Eles são pequenos, eficientes e focados em públicos específicos. Os imóveis menores experimentam um momento de sucesso nas grandes cidades. Segundo dados divulgados de por entidades do mercado imobiliário, somente na capital paulista 250 mil imóveis menores foram lançados nos últimos 6 anos. Na cidade, 7 em cada 10 apartamentos construídos em 2021 têm no máximo 45 m², de acordo com o Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

O que são os studios?

Eles são pensados especialmente para pessoas mais jovens, casais sem filhos, profissionais liberais e pessoas que preferem o Centro expandido das metrópoles aos subúrbios calmos em regiões mais afastadas e também um menor custo.

Sendo assim, são imóveis compactos, com ambientes integrados e compartimentados entre diferentes usos, como sala de estar, cozinha e quarto.

Mesmo pequenos, os studios conseguem acomodar confortavelmente seus donos. Ou seja, acolhem com conforto aqueles que fazem a escolha por esse modelo e servem como um espaço confortável e compacto para morar.

Sucesso nos países asiáticos

Novidade por aqui, esses imóveis já são sucesso em países do leste e do sul da Asia há muitos anos. Por lá, eles surgiram como alternativa para cidades densamente povoadas. Nesses locais, o custo da terra nas regiões urbanas é alto, mas em compensação são abastecidas de serviços como transporte público, locais de consumo e lazer.

Em países como Japão e Hong Kong a terra é escassa e a população é enorme. Por conta disso, uma solução encontrada por urbanistas, gestores públicos e o setor imobiliário foi a verticalização, com apartamentos enxutos e funcionais em regiões valorizadas.

Da mesma forma, no Brasil a alta do preço dos imóveis nas regiões centrais levou o mercado a se adaptar e recorrer ao formato studio: um apartamento pequeno, funcional, perto de tudo e que cabe no bolso do consumidor. E vale para aluguel ou compra.

Imóveis ficam em áreas valorizadas

Uma característica marcante dos imóveis menores no Brasil é a localização. Isso se deve a proximidade com regiões valorizadas da cidade. Na cidade de São Paulo, um dos maiores mercados imobiliário do país, bairros como Jardins, Pinheiros e Vila Mariana se destacam.

Essas localidades ficam em áreas da capital paulista altamente consideradas de alto padrão, próximas do metrô, supermercados, farmácias, shopping centers e parques. Também garantem acesso facilitado às avenidas que são verdadeiras artérias urbanas.

O que atrai os clientes ao formato studio

  • Preço atraente
  • Áreas valorizadas
  • Proximidade com serviços
  • Boa oferta de transporte público
  • Acesso facilitado às principais avenidas da cidade
  • Eficiência do espaço
  • Baixo custo de manutenção

Os apartamentos studio podem ser classificados como imóveis de até 45m². Usualmente, esses imóveis têm metragem de 30m² a 45m². Os preços variam bastante de cidade para cidade. Nas grandes capitais, os valores partem de R$150 mil e podem chegar a cifras muito maiores, dependendo da região.

Mudanças políticas são motor da tendência

Em São Paulo, uma mudança no último Plano Diretor da cidade foi o estopim da atual tendência. Em 2016, a Prefeitura aprovou um novo texto das leis gerais de ocupação do solo e planejamento urbano que permitia classificar os studios como “não residenciais”. Com a mudança, esses imóveis puderam ser construídos na metrópole sem pagar as taxas geralmente cobradas para a edificação de apartamentos comuns.

Em poucos anos, a cidade viu uma série de lançamentos residenciais focados nos apartamentos menores, bem localizados e com preço que cabem no bolso do consumidor que procura opções naquela localidade.

Opção de investimento imobiliário

Não é apenas o cliente que procura um lugar para morar que se interessa pelos imóveis menores. Esses studios também são uma excelente opção de investimento para clientes com essa característica.

Pelas qualidades já citadas nesse artigo, os apartamentos menores se tornaram também uma relevante alternativa para quem busca o aluguel nos grandes centros. Analistas de mercado apontam que os riscos atrelados a esse tipo de imóvel são baixos. Para eles, é baixa a probabilidade de comprar um studio e ficar com ele parado, sem inquilinos, durante muito tempo. Isso se deve a demanda crescente por esses imóveis, especialmente nas regiões próximas de serviços, universidades, transporte público e espaços de lazer.

Famílias aderem ao novo modelo

Embora o studio não tenha sido inicialmente pensado para abrigar famílias, elas também procuram esse tipo de imóvel. Casais com filhos que procuram apartamentos a preços mais baixos em regiões nobres são consumidores comuns nas grandes metrópoles, como São Paulo.

A crise econômica forçou muitas famílias a adaptarem seus orçamentos à realidade do mercado imobiliário. E é importante lembrar que os preços dos imóveis estão altos.

Oportunidade para novos leads

Para o gestor imobiliário e para o corretor, o studio se torna uma excelente alternativa para apresentar aos potenciais clientes – até mesmo para quem não buscaria essa opção a primeira vista. Por conta do preço, funcionalidade e excelente localização, um studio pode se tornar atraente e gerar leads muito interessantes.

Há um mercado relativamente novo e em franca expansão, com enorme potencial de crescimento em um cenário de crise econômica e aumento dos preços dos imóveis. Aqui, vale ressaltar que o studio é um modelo de imóvel adaptado aos novos hábitos, desejos e necessidades do consumidor.

Ferramenta digital de gestão de leads

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